sábado, 5 de dezembro de 2009

Sala.

Chego a ter medo
Do que sinto...
Não sei bem o que.
É saudade, é vontade,
Ê saudade!
Que vontade de te ver.

Quero afago, quero a cama
Eu quero hum...
Cada parte sua.

Quero tudo numa sala.
Eu quero...
Pele, sofá e cama.

Por: Lais Martins e Yzzo Lins.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Olá Feirenses, olá!

Olá Feirenses, olá! Foi assim o meu primeiro contato com esse "mundo" chamado Feira de Santana kkkkkk...
Sim, observe, adooooro quando a galera lá fala "observe", ah! E o Tu? hauahuahauhauahau eu me amarro. Saímos (me and príncipe Charles) quinta-feira no final da tarde, mais ou menos 01h30min. de viagem, com o propósito de agendar os shows por lá e retornaríamos no dia seguinte, mas esse retorno ficou só no sonho.
Na porta de um bar bem alternativo que rola por lá, sem combinar nada encontramos Lai, uma figura super engraçada e além da energia legal, dividimos algumas cervejas geladas. Ficamos hospedados na casa de Dudu no feira VI, bairro "badalado" devido à sua localização, a UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana) "divide muro" com as residências dos estudantes. À noite por lá booomba! Tem ums bares muito legais (reiii eu só falo de bar, boteco, pq não procura jesus fiiia? Óia Laura! pq jesus não me ama, ele ta a fim mesmo é da Madonna kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk), na quinta ficamos num bar chamado A República , assistindo um DVD que melhor não poderia ser: Aviões do Forró, que tal rei?! E já que tava uma maravilha por lá, fomos dormir bem cedo. Como disse voltaríamos na sexta-feira, nuncaaaaa! Compramos foi um vinho seco, fiz um rango lá pros meninos, de noite voltamos pra esse bar muito rico musicalmente falando, conheci bandas de uma riqueza cultural fora de série. Na mesma noite, pegamos uma pizza grande na casa da tia lá que custa R$ 15 conto rei, pire aí?! Deliciosa! Só em Feira mesmo. Voltamos pro tal do bar, dividimos umas cervejas geladas e os meninos numa gastação com um povo dos cabelo cacheado lá, óia! Nem comento nada... E o bar fechou. Pensa que acabou? Tem um boteco com sinuca na frente: Pedrinhos Bar. Quando a gente foi se aproximando, seu Pedrinho recolheu tudo hauahauhauahauhaua junto com a gente chegou uma galera procurando pelo mesmo bem comum: as últimas cervejas geladas da noite. Aí ele, tipo: - Não quero saber de vcs aqui não! Ahuahauhauahuaha. Um olhou pra cara do outro e se perguntou: e agora rei? Bebemos o que, onde? Foi um auê retado, ah “tem violão lá casa” um disse, o outro “eu toco”, a outra “eu também” a outra “sim, eu quero saber: vamo beber o que”? Eu me acabei de rir do desespero do povo preocupado com a cachaça, ô senhor perdoa esses mortais sem juízo nenhum ahuahauhauahau, compramos um Martini, umas latinhas de cerveja, buscamos o violão, e já que não tinha bar, sentamos no acostamento mesmo, tocamos até o amanhecer, eu, Charles, Dudu, Anna, Cleriston, Joel, Nalim e Pati. Eu vi gente se apaixonar...
“eu vi o sol achar a cura (...) no cimento eu vi brotar um girassol”. Mais uma vez mudança de planos, “fiquem mais uma noite? a gente acabou de se conhecer!” disse a menina Anna, linda! Quem resiste aquele docinho de pessoa? Lá vamos nós mais uma noite, agora direto pra sinuca no bar do seu Pedrinho, figuraaaaaaaaaça, assim que eu entrei ele disse que “nada de violão aqui não” (viu?! hauauahauhauahau) as meninas pediram a ele que deixasse só um pouquinho, ele de lá da cadeira na porta disse “que podia mandar, bem de levezinho” óia kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk comecei a tocar ele ficou me olhando, quando eu terminei a música seu Pedrinho lá fora falou mais alto: e manda bem viu! Mande outra aí vá, mas bem de levezinho. Eu me pocava de rir. Daí ele comeu água com a gente, trocou de óculos comigo, os meninos levaram uma surra das meninas na sinuca,conheci Juli, uns meninos que estavam no bar da frente, super curiosos, vieram pra me ouvir tocar, se encontraram pelas sinucas da vida, e no fim das contas ficou todo mundo amigo. Pegamos um lanche na tia do trailler, deixamos as meninas em casa, e voltamos pra casa de Dudu já morrendo de saudade daquele povo reiii! No domingo tinha que voltar pra camassa como a noite tocaria no Rio Vermelho, eu tinha que ver Mammys antes, graças a Dudu que nos deixou trancados, perdemos o buzu e tínhamos que ir direto pra SSA, até aí tudo bem, quando eu cheguei no Rio Vermelho devido a problemas técnicos não tocamos e como se não bastasse pegamos um temporal, e nem foi” um temporal de amor “como o de Leandro & Leonardo wohooo adoooro! Uma chuva rei, que eu nunca tinha visto um negocio daquele. Se meu tio não vai me buscar nunca que ia chegar em casa, por que grana eu não tinha mais, nem um centavo hauhauhauaauahua.Mas enfim chegamos, graças a Deus, bem em casa, com data de show marcada e novos amigos muito legais.



A arte uniu vidas aparentemente distintas.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Vida por opção: arte.

Depois de um fim de semana cheio de muita coisa, sim, sim, sim! Tantas coisas... Foi a chuva que me deixou toda molhada, numa noite tão especial como o show de Márcia, A Castro é claro. Saudade que explode em minha emoção a cada nova canção por ela interpretada. A energia sempre muito positiva na Casa da Mãe, dividir é sempre mais interessante nessa tão constante troca de tudo um pouco, cumplicidade, paciência... Enquanto a grana é pouca, eita que a felicidade é muita! Verdade, ninguém tem tudo, nada é perfeito. Dormir as 06h, acordar antes das 11h, lá vou eu de novo pegar um microfone profissa, na Toxa house kkkk... Que amigão Deus colocou no meu caminho!
Obrigada mais uma vez, meu querido. As 18h tenho que encontrar os meninos na rodô, pegar o buzu pra Camassa, já que no Boteco tocaríamos as 22h. Chegamos por lá às 20h e poucos minutos, uma passagem de som tranqüila... Volto as 22h30 e tocamos até... Sei lá que horas, se não fosse o taxi de R$ 120,00 socooooooooooorro! Ê vida difícil! Trabalho muito, e pouca grana kkkkkk... Mas o que dinheiro nenhum paga, é o sorriso daqueles que saem de suas casas pra ver (ouvir) o que você tem ali pra dividir, qualquer emoção é válida. Que seria de nós mortais sem a emoção? A alegria é tão importante quanto à fúria, sim, cuidado apenas na dosagem de ambas. Impagável rei, ver a moça de olhar seguro, sentada no balcão, cantando, encantando, tudo e a todos que estavam em sua volta. Mais um ser lindo (e bote lindo nisso aí), que cai de pára quedas, pára raios ou sei lá mais o que para... Parou, ouviu, dançou, curtiu e isso meu caro amigo leitor, não tem preço. Para todas as outras coisas existe Master Card hauahauhaua.
Confesso que meu humor anda bom, ou seria estou de bom humor esses últimos dias? Bom antes ou depois, é sempre bom estar bem. Domingo com um amigo, daqueles que você quer só pra você, aquele que é mais que um irmão, fim de tarde a beira mar, refletir sempre, sobre o que pensamos ser, o que realmente precisamos ter, é tudo tão efêmero, (óia! Diz que sabe palavra difícil viu?! kkkkkkk) entendo a vida como uma coleção de coisas e eu não tenho (e nem aceito) receitas pra ser feliz. Apenas vivo! Um dia de cada vez. Na minha coleção permito o que achar que devo, minhas inquietações revelo a poucos. Dessa forma vou ao encontro do que me faz muito feliz nessa estrada sem fim.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Laís Martins agenda:

Sexta 13/11* Casa da Mãe 22h - Rio Vermelho - SSA/Ba
Couvert : R$ 5,00
Endereço: Rua Guedes Cabral, 81 - Rio Vermelho ( em frente a Igreja de Santana)

Sábado 14/11 Boteco Conversa Fiada 22h - Ponto Certo - CAM/Ba
Couvert : R$ 4,00



*Sexta-Feira 13 terá um Dj sinistro nos intervalos kkkkk...

domingo, 1 de novembro de 2009

Voltas.

O mundo dá e deixamos passar as voltas ♫

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A lista.

No inicio precisava de 30.
30?
Até chegar aquele 30, eu passaria
dias e não seria perfeito as 30 da lista.
Quando metade de 30 chegou, a outra metade ficou pendurada.
Meu pensamento todo bagunçado não conseguia
concluir a lista das 30, que por ser apenas 30
confunde meu conceito do que é bom (pra mim)
ao que causa no outro: reações várias.
Quando o 25 chegou, eu sabia tudo que eu queria,
mas eu só podia mais 5 pra completar o 30.
Apareceu tantas opções, que agora 30 eu penso ser pouco
quando a vontade é colocar tudo pra fora.
Calma, calma, tenha fé menina!
Com 30 dá e sobra.
Divida bem a razão, multiplique a paciência,
Subtraia intolerância e, por fim, some tudo ao amor.
Coloque muita paixão em todas e, assim, talvez 30
Seja o número exato da emoção sem fim.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Pois É

"Pois é, não deu
Deixa assim como está sereno
Pois é de Deus
Tudo aquilo que não se pode ver
(...)
E ao coração que teima em bater
(...)
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor, no olhar..."

Composição: Marcelo Camelo

terça-feira, 13 de outubro de 2009

3x4.

Fiz de uma foto
Um corte em 3x4
E te levar comigo
Pra qualquer lugar...
Tua alegria é bela.
Cor das cores, segredos.
(...)

Meu coração pulsando acelerado
Foi-se o tempo enfim .
Já que resolveu assim,
Até parece que você não sabe,
Que eu continuo a te amar.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Equilibrio!

Ah! Mudar é bom!
Imagina se tudo fosse constante?
O tédio com certeza habitaria as lacunas do meu eu.
E quem disse que meu desejo é preenchê-las?
Nem tão cedo, e mesmo tarde talvez, tenha que mudar.
“Muda-se o tempo, mudam-se as vontades...”
A vontade que eu tinha de ficar aqui, já não tem a mesma força de outrora.
Fragmentos meus, seus...
Pelas paredes, gavetas e membros superiores.
Já que nobre mesmo é perdoar,
Amar um nobre seria o princípio da loucura?!
“... e se não tivesse o amor? (...) e se não tivesse essa dor? (...) e se não tivesse o chorar? Melhor era tudo se acabar.”
Acho muito engraçado quando aquele velho amigo diz:- Digo que amo! Ah! Eu falo mesmo! Choro e me entrego, me acabo, por que se não deu tudo certo, com certeza ainda não chegou ao fim (...) nossos “corações” escolhem para amar gente muito difícil viu?! Olhe eu não sei de nada não! Kkkkkk
É. Tens razão.
Gente difícil é um saco.
Dissimula o agrado, o afeto
Insistem em ser inacessíveis.
E os nobres? Ah! Esses encontram solução pra tudo.
Nunca vi tanta gente “Boa” nesse mundo?!
Sempre dispostos a compreensão, ao perdão, é tudo muito perfeito.
Nem de longe me agrada a idéia do “muito correto”, nem do “muito errado” (risos).
Buscar o equilíbrio: uma luta diária.
Amar na incerteza, a delicadeza de uma flor.
A leveza que emana quando passas por tantas vidas e são tantas
As vidas que por ela passam...
Amor sim! Quem disse que não?
Amar o que “não tem mais jeito”, que “não tem mais solução”.
Precisa ter razão? Precisa de um bom motivo?
Bem comum é gostar de alguém pelas virtudes, mas meu amor, pelo menos o meu,
Ama os defeitos, cada um deles, como pedacinhos de um tangran.
Desenhos vários posso montar... O que me cabe é
O que eu nem sei...
Mas não demora há descobrir.


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Tempo do Acontecimento.



Marquei o tempo, as divisões,
O andamento.
Poder me encontrar na volta,
Na esquina, nas curvas
De qualquer lugar...
Como a poesia, o tom, a luz!
Revirar pensamentos,
As vezes até sem saber,
Pra quê, ou por quê?
Nem precisa ser maior,
Nem fazer doer.
Perder o velho posto
De sensato juiz,
Pra ser exposto ao erro
Numa perfeição de giz.
Ser, e apenas ser!
O Tempo...
A Loucura...
O Amor e
O silêncio que há em mim
Num quarto a reverberar.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Sem Filtro.



Preencheu sua alma
Do vazio que alimenta a matéria.
Resta apenas um corpo
Nada mais ocupa o espaço,
Embora tenha ainda que continuar
Transviando arte para o encanto, vida!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Espelho, etc e tal...

Mais uma vez dizia:- Você precisa cooperar!
Principalmente agora em que nossas forças somadas,
Fazem total diferença para uma boa recuperação...
...meu espelho rachado, ainda não viu pedaços pelo chão.
...e essa vontade que não passa? E essa saudade arrasadora?...
A cena trocada, a tela invertida.
Estamos nós agora, diante de nós mesmos...
...acho que o medo que eu tinha era medo mesmo de perder você,
Como ainda corro o risco de me perder de mim.
Agora minhas verdades em estado de vaporização.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

212.

Naquele exato momento
Em que sua voz ecoava
Alegria tomou conta do meu espírito,
Minha força de vida transbordou felicidade.
Porém na incerteza do seu ser
Perdeu encanto e me deixou pra trás.
Não consigo controlar os sentidos,
Meu tato busca incessantemente
Seu cheiro, por todos os lugares,
Em todas as coisas.
212 vezes eu tentei parar!
Impossível não querer-te só para mim;
Porque amo cada pedaço teu.
Nossas particularidades se confundem,
Se entrelaçam em ligações demoradas.
Há algum tempo procuro
Por uma peça chave dentre tantas
Num tabuleiro, e sinto-me
Cada vez mais distante.
No teatro da sua vida a platéia
Ocupou toda a sala.
Permita-me apenas a peça,
A chave e seu segredo.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Inspiração.

Faltou inspiração!
Talvez por que tenhas chegado,
Ou é só o acaso?
Inquieta, minha alma não consegue
Conter o gozo em saber que estás mais perto,
Porém sempre distante: emoções contrárias.
Quando posso ver, desejo;
Quando não, espero, ah!
Sempre espero acordar em ti o amor, o afeto.
Sob o mesmo teto contigo perco horas,
Mas nunca o tempo.
Esse verbo presente ser, sempre será?
Futuro do pretérito seria.
No íntimo o doce desejo,
Amar-te até morrer de amor e continuar inteira
Se é que há relevância, nessa confusão que
Excita e dissipa o pouco das letras que
Ainda consigo transcrever.
Um sonho ou pesadelo?
Num corredor cheio de salas
São tantos segredos.
Atrás de cada porta um mistério,
Portas de nós mesmos
Música nas salas.
Por fim, com o passar das horas
Espero (mais uma vez) sentada, quieta, constato:
Já não falta inspiração.