Não me lembro de responder a nenhum caderninho com esses questionários, mas lembro de ficar lendo as respostas dos outros hahaha.
Sete coisas que tenho que fazer antes de morrer:
- saltar de para - quedas
- mergulhar com tubarões
- resolver questões mal resolvidas
- compor um sucesso
- tocar (bem!) piano
- casar
- ter filhos
Sete coisas que eu mais digo:
- desgraça!
- velho
- manhêêê
- psiu = Clarinha , pois é chamo ela de meu psiu.
- delicia
- na moral
- falou
Sete coisas que eu faço bem:
- escuto musica
- beijo
- dou muita risada
- escrevo
- hehe...
- detalhar
- presentear
Sete defeitos meus:
- orgulhosa
- possessiva
- ansiosa
- impulsiva
- implicante
- chata
- rancorosa
Sete coisas que eu amo:
- minha cama
- meu travesseiro
- meu edredom
- música
- minhas criações
- banho
- dormir
Sete qualidades minhas:
- criativa
- discreta
- astuta
- sensível
- generosa
- humilde, aham
- modesta, claro!
Sete pessoas que vão responder a isso:
- n
- ã
- o
- s
- e
- i
- .
Beijo, Peixonauta.
sábado, 11 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Psiu!
Porre.
Dor de cabeça.
Insônia.
Silêncio.
Madrugada.
Matt Nathason.
Fone de ouvido.
Texto.
Bebê dormindo.
Psiu!
Clarinha está sonhando.
Dor de cabeça.
Insônia.
Silêncio.
Madrugada.
Matt Nathason.
Fone de ouvido.
Texto.
Bebê dormindo.
Psiu!
Clarinha está sonhando.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Refletindo - Parte III
Estes meus dias enfermos andam me rendendo cada reflexão, que coisa?! Quem me conhece um pouquinho sabe o quanto sou louca por desenho animado, e que com a chegada de Clarinha (minha irmã mais nova) parei mais em casa; prefiro gastar meu tempo com ela assistindo Discovery Kids. Tenho os meus favoritos é claro, e ela os dela mas, Sid o cientista e Os Backyardigans a gente tem em comum favoritismo. De qualquer forma, a gente não briga, até por que, do jeito que Clara anda se comportando ultimamente, se eu ousar implicar, vixe! Melhor eu respeitar os direitos de uma bebê cheia de opiniões fortes. Numa manhã dessas, comecei a atentar para alguns detalhes que, sem quê nem para quê me deixaram intrigada. Acho aquele Sid, o cientista um fofo! Uma criança curiosa, um menino bem educado, atencioso, ah! Adoro ele. E a vovó?! Que figuraaaça! Uma senhora com idade já avançada que dirigi, e bem viu, descolada e super conectada ao mundo virtual. Na escola, Sid tem lá seus amigos,e dentre eles, Geraldo: um menino cor de rosa. Rosa! Isso não é o máximo?!

(Sid, o cientista)
Tem também Os Backyardigans, me amarro neles! Pablo então, cheio de charme, todo tirado a dançarino profissional, ele e a Uniqua que por sinal é muito graciosa. Como animais de espécies distintas podem ser tão amigos a ponto de lancharem juntos todos os dias após suas aventuras no quintal?! Pablo é um pingüim de cor azul, Tyrone um alce de cor abóbora, Austin um canguru de cor roxa, Tasha um hipopótamo fêmea de cor amarela, Uniqua é uma uniqua (?) rosa com manchinhas pelo corpo, eles conseguem se divertir tanto e não dão a mínima para as ‘diferenças’ que os cercam, enquanto os ditos animais racionais se distinguem por classes sociais, pelo tom de suas peles, por seus sobrenomes, quanta racionalidade.

(Os Backyardigans)
Acho melhor mesmo passar mais horas com Clarinha no braço, plantando em seu coraçãozinho a arte de amar a si mesma, assim como, o próximo, respeitando-o imparcialmente.

(Sid, o cientista)
Tem também Os Backyardigans, me amarro neles! Pablo então, cheio de charme, todo tirado a dançarino profissional, ele e a Uniqua que por sinal é muito graciosa. Como animais de espécies distintas podem ser tão amigos a ponto de lancharem juntos todos os dias após suas aventuras no quintal?! Pablo é um pingüim de cor azul, Tyrone um alce de cor abóbora, Austin um canguru de cor roxa, Tasha um hipopótamo fêmea de cor amarela, Uniqua é uma uniqua (?) rosa com manchinhas pelo corpo, eles conseguem se divertir tanto e não dão a mínima para as ‘diferenças’ que os cercam, enquanto os ditos animais racionais se distinguem por classes sociais, pelo tom de suas peles, por seus sobrenomes, quanta racionalidade.

(Os Backyardigans)
Acho melhor mesmo passar mais horas com Clarinha no braço, plantando em seu coraçãozinho a arte de amar a si mesma, assim como, o próximo, respeitando-o imparcialmente.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Captura.
Sim!
Eles gravam, postam e depois me guardam em seus computadores, emails, pen drives, cartões de memória. Eu que nunca posso assistir-me ao vivo, por eles sou assistida o tempo todo em suas capturas vídeográficas, movimentos, pausa, retrato.
Eles gravam, postam e depois me guardam em seus computadores, emails, pen drives, cartões de memória. Eu que nunca posso assistir-me ao vivo, por eles sou assistida o tempo todo em suas capturas vídeográficas, movimentos, pausa, retrato.
sábado, 6 de novembro de 2010
Música na Varanda.
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O projeto “Música na Varanda” foi pensado e idealizado no intuito de ampliar e abrir espaço para os artistas Camaçarienses.
Nesta primeira temporada do projeto, o show da talentosa cantora camaçariense Laís Martins que vem, há algum tempo conquistando seu público com sua música, talento e identidade própria.
Fazendo parte de uma nova geração de artistas do município de Camaçari com uma etnia sonora e com o conceito: “música boa sem rótulos” mais madura e, com certeza mais criativa, juntou-se a músicos da melhor qualidade e formou a banda "Laís e os Martinis" que, em Novembro, alegrara as noites de sábado e à cada apresentação Laís receberá um artista como convidado.
Horário: 21h
Couvert: R$ 5,00 por pessoa.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
... pá furada.
Esvaziei em lágrimas toda a dor, toda a saudade de quem foi para não mais voltar. Numa conversa de botas batidas, eu me vi tão vulnerável, tão sentimental, tão canalha. Fui perdendo o apreço por minhas próprias conquistas, e que a honra seja dada a mim! Troco pernas com um alguém que nem sei o nome, me visto sacana pra ter, desfeito o ato, o laço, desato fácil como numa troca de roupa íntima e acentue a parte íntima. Leio tanto, sinto não alcançar a cultura dos deuses, distraio o pensamento, qualquer lembrança feliz e/ou infeliz lembrança. Shows lindos como o do Los Hermanos e do Carlinhos Brown, cravando em meu peito punhais exóticos, eu diria experiências transcendentais; enquanto o primeiro conectou-me a uma equalização emocional límpida, apertada, minha e apenas minha... O segundo por sua vez, atravessou uma adaga em minha garganta, mantenho um silêncio incomum desde então, leia-se: desta vez, a palavra escrita parece ter mais aconchego em meus dedos. Não que a oralidade seja um bicho de sete cabeças, nem é, já manter o equilíbrio é tarefa árdua para uma libriana de quota primaveril modesta. Monto e desmonto caricaturas, um sonho: estar livre no final, se é que a estrada tem fim. Conheço e desconheço as formas, os temas, os dilemas tão necessários quanto às dúvidas, as angústias. Pondo meu sapato novo vou passear sozinha, aponto pra fé, remo contra maré de bobeira, ou besteira qualquer. Parece que a poesia andou chovendo em minha horta, parece.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
No escuro.
Bahia de todos os santos, encantos e embarcações.
Do alto assistíamos o encontro da lua com o mar, tão linda pintura.
Travessuras em noite de lua...
No escuro, no chão... a sala escura.
Vibrações sonoras daqueles que amam em noite de lua,
Sob os lençóis duma madrugada silenciosa.
Do alto assistíamos o encontro da lua com o mar, tão linda pintura.
Travessuras em noite de lua...
No escuro, no chão... a sala escura.
Vibrações sonoras daqueles que amam em noite de lua,
Sob os lençóis duma madrugada silenciosa.
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