Sim!
Eles gravam, postam e depois me guardam em seus computadores, emails, pen drives, cartões de memória. Eu que nunca posso assistir-me ao vivo, por eles sou assistida o tempo todo em suas capturas vídeográficas, movimentos, pausa, retrato.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Música na Varanda.
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O projeto “Música na Varanda” foi pensado e idealizado no intuito de ampliar e abrir espaço para os artistas Camaçarienses.
Nesta primeira temporada do projeto, o show da talentosa cantora camaçariense Laís Martins que vem, há algum tempo conquistando seu público com sua música, talento e identidade própria.
Fazendo parte de uma nova geração de artistas do município de Camaçari com uma etnia sonora e com o conceito: “música boa sem rótulos” mais madura e, com certeza mais criativa, juntou-se a músicos da melhor qualidade e formou a banda "Laís e os Martinis" que, em Novembro, alegrara as noites de sábado e à cada apresentação Laís receberá um artista como convidado.
Horário: 21h
Couvert: R$ 5,00 por pessoa.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
... pá furada.
Esvaziei em lágrimas toda a dor, toda a saudade de quem foi para não mais voltar. Numa conversa de botas batidas, eu me vi tão vulnerável, tão sentimental, tão canalha. Fui perdendo o apreço por minhas próprias conquistas, e que a honra seja dada a mim! Troco pernas com um alguém que nem sei o nome, me visto sacana pra ter, desfeito o ato, o laço, desato fácil como numa troca de roupa íntima e acentue a parte íntima. Leio tanto, sinto não alcançar a cultura dos deuses, distraio o pensamento, qualquer lembrança feliz e/ou infeliz lembrança. Shows lindos como o do Los Hermanos e do Carlinhos Brown, cravando em meu peito punhais exóticos, eu diria experiências transcendentais; enquanto o primeiro conectou-me a uma equalização emocional límpida, apertada, minha e apenas minha... O segundo por sua vez, atravessou uma adaga em minha garganta, mantenho um silêncio incomum desde então, leia-se: desta vez, a palavra escrita parece ter mais aconchego em meus dedos. Não que a oralidade seja um bicho de sete cabeças, nem é, já manter o equilíbrio é tarefa árdua para uma libriana de quota primaveril modesta. Monto e desmonto caricaturas, um sonho: estar livre no final, se é que a estrada tem fim. Conheço e desconheço as formas, os temas, os dilemas tão necessários quanto às dúvidas, as angústias. Pondo meu sapato novo vou passear sozinha, aponto pra fé, remo contra maré de bobeira, ou besteira qualquer. Parece que a poesia andou chovendo em minha horta, parece.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
No escuro.
Bahia de todos os santos, encantos e embarcações.
Do alto assistíamos o encontro da lua com o mar, tão linda pintura.
Travessuras em noite de lua...
No escuro, no chão... a sala escura.
Vibrações sonoras daqueles que amam em noite de lua,
Sob os lençóis duma madrugada silenciosa.
Do alto assistíamos o encontro da lua com o mar, tão linda pintura.
Travessuras em noite de lua...
No escuro, no chão... a sala escura.
Vibrações sonoras daqueles que amam em noite de lua,
Sob os lençóis duma madrugada silenciosa.
domingo, 26 de setembro de 2010
Leve.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Silenciosamente.
Eu gostaria de não sentir, eu realmente gostaria. Sentir saudade, cheiro de abacate, couve-flor. Sentir como se faltasse algo que de fato não me falta, se antes não existia como agora pode ser indispensável? Seria mesmo? Sentir-me forte, às vezes, o tempo todo não dá. É pesado. Frente à minha condição humana eu sinto, sinto saudade dos cheiros, das flores, do que falta e me faz falta. Sinto por não ter domínio sempre, e em meu silencio calar. Silencioso é meu coração.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Olhar atento.
... e ele gosta de observar você
disse que não gosta de você pra banho
que tem medo de se afogar em você
ele devia arriscar mais...
ou entao usar uma bóia de patinho
mas como tem medo, se arrasta e volta de fininho
a cada 6 horas, mais ou menos...
Martins, Lunelli.
disse que não gosta de você pra banho
que tem medo de se afogar em você
ele devia arriscar mais...
ou entao usar uma bóia de patinho
mas como tem medo, se arrasta e volta de fininho
a cada 6 horas, mais ou menos...
Martins, Lunelli.
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